Pedra na vesícula: como tratar

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A vesícula estoca um importante líquido da digestão, a bile. Mas um desequilíbrio propicia a formação de dolorosos cálculos. Conheça a saída para o problema

A vesícula é uma pequena bolsa esverdeada que tem conexões com o fígado e o duodeno, a parte inicial do intestino delgado. Sua única função é servir de recipiente para a bile, um líquido produzido no tecido hepático que ajuda a digerir os alimentos.
Basta um desequilíbrio na fórmula da bile e ela começa a empedrar. O excesso de sais ou colesterol forma cálculos de vários tamanhos – a maioria é tão pequena que não causa problema e passa despercebida pelo tubo digestivo.

As pedras grandes, por outro lado, não entram no cano que é conectado no intestino. Elas ficam presas ne vesícula e causam dor quando a bolsa se contrai para mandar a bile embora. O incômodo vem uma hora depois da refeição, quando a comida alcança o intestino.

Outros cálculos são menores e conseguem sair da vesícula. Porém, eles ficam presos no caminho. Daí causam um bloqueio que resulta em inflamação. Para piorar, bactérias migram e infeccionam o local. A dor é intensa e não tem hora para aparecer.

E aí, o que fazer?

Incisões pequenas

A cirurgia é a maneira mais eficiente de acabar com o problema. A laparoscopia, operação minimamente invasiva, permite retirar a vesícula com apenas quatro furos na barriga.

Métodos do passado

Remédios e terapias de ondas de choque (as mesmas usadas para o cálculo renal) já foram prescritos, mas não mostraram eficácia. Por isso, foram descartados.

O pós-cirúrgico

O paciente vive bem sem a vesícula — a bile vai direto do fígado para o intestino. Só é preciso maneirar na gordura da dieta para não ter diarreias.

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